O mais pequeno SUV da Audi passa a poder contar com caixa S tronic na versão 2.0 TDI de 170 cv, transmissão de dupla embraiagem que só estava disponível nas versões mais potentes (gasolina e Diesel), uma limitação para quem desejava um Q5 com este motor e queria manter o pé esquerdo em repouso enquanto conduz. Com a lacuna resolvida, o Q5 ganhou mais um argumento na já afamada facilidade de condução que oferece.
Além disso, o facto de este motor exibir alguma “preguiça” no Q5, abaixo das 2000 rpm (o que fazia com que, por vezes, involuntariamente o deixássemos calar no arranque), acaba por ser atenuado por esta caixa. Elevada qualidade geral, ambiente acolhedor, posição de condução envolvente e comportamento exemplar continuam a ser características de um SUV que proporciona óptimos momentos em viagem.
Fora do asfalto, a tracção quattro com diferencial Torsen é uma ajuda de peso. As prestações são boas e os consumos dependem directamente de como se pretende explorar as mesmas. Numa utilização normal, tudo bem; ssim que se pisa mais o pedal da direita, os valores em cidade sobem cerca de 1/3 em relação ao anunciado. O Q5 2.0 TDI S tronic custa 54 700 euros, apesar de a Audi ter à sua espera um menu de opcionais muito tentadores, mas pouco baratos, como é hábito nos premium alemães. |