A versão One D marca o acesso à oferta Diesel da Mini e tem a missão de garantir prestações competentes por um preço mais competitivo. No caso do novo Countryman, pode colocar-se a questão de se este motor fica algo curto para o mais volumoso e pesado modelo da Mini. Em ambiente citadino, esta versão permite imprimir um ritmo aceitável, desde que se mantenha o motor na faixa de regime certa. Ao aliviar a pressão no acelerador, deparamos com uma faceta mais esforçada deste motor, derivada das recuperações pouco expressivas. Em regimes elevados, esta faceta agrava-se e força o condutor a ter alguma paciência para atingir a velocidade desejada.
É certo que este motor cumpre para quem não pede muito ao nível das performances, mas quem espera contar com um Countryman mais irrequieto terá de voltar-se para a versão mais potente, Cooper D. |