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Hoje, já ninguém duvida de que
a luta contra as emissões de gases de
escape poluentes, sobretudo de CO2, é irreversível.
Mesmo para países que se recusam a ratificar
o acordo de Quioto, caso dos Estados Unidos e
da China.
Num ano em que os construtores se deslocaram
ao Salão de Frankfurt carregados de novos
modelos, muitas das grande novidades surgiram
ao nível dos motores, onde é evidente
a procura de uma maior eficiência da combustão,
para reduzir consumos e emissões; bem
como o aumento da oferta de filtros para limitar
a emissão de partículas dos Diesel.
Ao mesmo tempo, soluções como as
pilhas de energia, motorizações
híbridas e combustíveis alternativos
entram no léxico do mundo automóvel.
Por isso, se, hoje, ainda são três
as perguntas fundamentais para quem se interessa
por um automóvel ("quanto dá?", "quanto
custa?" e "quanto gasta?"), a
indústria tem de pensar também
na necessidade de dar rapidamente resposta ao
volume de emissões, até porque
as marcas estão obrigadas, pelo acordo
estabelecido no seio da ACEA (Associação
de Construtores), a garantir, até 2008,
valores de emissões de CO2 na ordem dos
140 g/km nas suas gamas. Isto apesar de, na reunião
da ACEA mantida no decurso do salão, o
seu presidente, Sergio Marchionne, ter admitido
que é possível pensar em valores
na casa dos 120 g/km.
Mas se a ecologia foi o tema de todas as conversas
nos pavilhões do IAA de Frankfurt, os
protagonistas foram, como sempre, os (muitos)
automóveis novos revelados. E, aqui, houve
propostas para todos os gostos, inclusivé as
mais radicais, capazes de performances alucinantes
e em que a preservação ambiental
só muito colateralmente terá sido
levada em linha de conta no seu desenvolvimento.
Ou não continuasse o sonho a ser um dos
principais motores desta indústria: prova-o,
ainda, o facto de, não obstante o envolvimento
ambientalista, ninguém ter arriscado em
reduzir o glamour que sempre envolve um
evento desta dimensão...
> ALFA ROMEO Design e estilo foram as grandes
apostas da casa italiana em Frankfurt. A par
da exibição da gama da marca -
destaque para o exclusivo superdesportivo 8C,
do qual já foi vendida uma unidade em
Portugal (por cerca de 600 mil euros) -, foi
apresentado um programa de personalização
para todos os seus modelos.
Chama-se "Alfa Unica" e permite a cada
cliente fazer com que o seu Alfa seja diferente
ao nível do volante, estofos e forros,
além de incluir um variado conjunto de
elementos de um catálogo que propões
três níveis: Vintage, Collezione,
e TI (Turismo Internazionale). Enquanto que nos
dois primeiros as alterações são
estéticas, o TI propõe um châssis
rebaixado, mais poder de travagem e performances
mais elevadas. O "Alfa Unica" vai estar
disponível na rede de concessionários
da marca em Portugal no primeiro trimestre de
2008, altura em que o 159 receberá um
ligeiro facelift.
> ARTEGA Os fabricantes ditos artesanais
continuam à procura do seu espaço,
e o Artega GT vai nesse sentido: protótipo
(bem construído) de um coupé com
dois lugares, 4,0 metros de comprimento, 1,88
m de largura e apenas 1,18 m de altura, monta
um motor 3.6 -V12 que lhe garante elevadas performances:
270 km/h e 0-100 km/h cumpridos em 3,6 segundos.
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Aston
Martin DBS
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> ASTON MARTIN
DBS. Estrela do último filme de James Bond, assim
se chama o primeiro modelo lançado pela Aston Martin após a Ford
se ter decidido por vender a marca mais prestigiada do seu portfolio.
Com uma aerodinâmica extremamente apurada,
e um interior fabuloso - onde se combinam,de
forma perfeita, o luxo (garantido, entre outros,
pelos materiais requintados), a tradição
(acabamentos artesanais de alguns elementos)
e a vanguarda (patente em soluções
como os opcionais bancos ultraleves compostos
por camadas de fibra de carbono e Kevlar) - este é um
modelo repleto de pormenores deliciosos, que
vão do difusor traseiro em fibra de carbono
ao botão que coloca o motor em marcha
construído em aço e safira (e que
fica vermelho após ser pressionado), passando
pela grelha frontal, também ela construída à mão.
Só que, para além de uma aparência
soberba, o DBS é também, segundo
o seu construtor, como que a versão "civil" do
DBR9 que compete nos campeonatos de GT. Daí a
sua carroçaria construída em alumínio,
fibra de carbono (a sua aplicação
na mala, capot e guarda-lamas dianteiros permitiu
reduzir o peso em 30 kg) e magnésio; o
potente motor 6.0-V12 montado à mão,
com admissão variável e capaz de
oferecer 510 cv e 570 Nm; os travões carbocerâmicos
(pela primeira vez utilizados num Aston Martin
de produção, e 12,5 kg mais leves
do que os tradicionais); a suspensão com
amortecimento electrónico; a transmissão
traseira com autoblocante e caixa manual de seis
velocidades.
Com tudo isto, esta verdadeira pérola
consegue alcançar 302 km/h de velocidade
máxima e cumprir os 0-100 km/h em somente
4,3 segundos. As suas primeiras entregas a clientes
estão previstas para o primeiro trimestre
de 2008, com o preço antes de impostos
a rondar os 235 mil euros.
> BENTLEY Ao fim de cinco anos de vida, o Continental passa a contar com
uma versão desportiva. Depois do coupé GT, do descapotável
GTC e da berlina Flying Spur, foi apresentado em Frankfurt o GT Speed.
O motor 6.0-W12 viu a potência aumentar
de 560 para 610 cv, e garante o impressionante
binário de 750 Nm, logo às 1750
rpm. Com isto, o modelo atinge os 326 km/h e
cumpre os 0-100 km/h em 4,5 segundos.
Face ao GT "normal", o Speed conta
com um novo spoiler dianteiro e uma grelha frontal
escurecida. As diferenças exteriores passam
ainda por saídas de escape maiores e jantes
de 20" específicas. No habitáculo,
onde cada cliente pode escolher quase tudo, destaque
para o volante de três braços. Quem
tiver 263 mil euros pode fazer, desde já,
a sua encomenda em Portugal.
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AUDI
Tempo
certo
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Audi A3 Sportback
1.4 TFSI
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A marca de Ingolstadt não
podia esperar mais tempo. Depois
da renovação da Série
3 da BMW, e do recente lançamento
do novo Mercedes Classe C, urgia
mostrar o novo A4. O modelo, realizado
com base no concept Roadjet, apresentado
no ano passado em Detroit, tem desde
logo um argumento face à concorrência:
4,70 metros de comprimento, num modelo
com 2,8 m de distância entre
eixos, que passa a ser referência
no segmento.
No design, da autoria da equipa liderada
por Walter de'Silva, toma forma uma
carroçaria mais volumosa,
que ganhou 50 mm em largura (1,82
m), assumindo o bem sucedido estilo
inaugurado com o coupé A5.
A habitabilidade traseira ultrapassa
a que é oferecida pelo Mercedes
Classe C, sendo, no mínimo,
equivalente à proposta pelo
BMW Série 3. Já os
480 litros de capacidade da mala
são outra referência
da classe.
O novo A4 começará por
estar disponível com cinco
motores. No campo dos gasolina, além
do desportivo 3.2 V6 FSI, que passa
a debitar 265 cv, destaque para o
1.8 TFSI (injecção
directa de gasolina) com 160 cv,
para o qual a Audi reivindica um
consumo médio de 7,1 l/100
km. A oferta Diesel passa pelos blocos
TDI: no novo 2.0 (143 cv), o sistema
injector/bomba da VW deu lugar ao
common-rail e o construtor anuncia
um consumo médio de 5,5 l/100
km; o 2.7 viu a potência passar
de 180 para 190 cv e o 3.0 passa
a oferecer 240 cv, contra os anteriores 232
cv.
A qualidade de construção
e a habitabilidade serão argumentos
que a Audi irá realçar
por alturas do lançamento
do novo A4, agendado para Novembro
nos principais mercados europeus.
Já em Portugal, o modelo só estará disponível
em Janeiro, com todos os motores
atrás referidos, sendo que
os preços deverão subir
cerca de 1,5% face aos actuais. Em
Fevereiro, o motor 2.0 TDI será substituído
por um novo bloco com 170 cv; em
Abril será apresentada a carrinha
Avant.
Poder absoluto
Além do novo A4, a Audi mostrou
outras novidades, em que a grande
aposta são as elevadas performances. É o
caso da RS6 Avant, equipada com um
motor V10 - inicialmente desenvolvido
para a Lamborghini - que, graças à tecnologia
FSI (injecção directa
de gasolina), garante 580 cv de potência.
Esta break superdesportiva vai surgir
no mercado nacional em Maio, com
um preço em torno dos 160
mil euros.
A gama Q7 passou a contar com uma
versão equipada com o motor
6.0-V12 TDI biturbo com 500 cv e
um binário máximo de
1000 Nm. Este novo "super-Q7" monta
uma caixa automática Tiptronic,
tem a velocidade máxima limitada
a 250 km/h e é capaz de cumprir
os 0-100km/h em apenas 5,5 segundos.
Apesar destas prestações,
a Audi reivindica um consumo médio
de 11,9 l/100 km, respeitando o modelo
todos os limites de emissão
de poluentes a entrar em vigor em
2010. O Q7 terá em 2008 também
uma variante híbrida, que
alia um motor eléctrico de
34 kW a um 3.8 a gasolina de 280
cv.Sendo a nova gama A8 apresentada
em detalhe nas pág. 26/27
desta edição, referência
final para o novo motor 1.4 TFSI,
que, graças à sobrealimentação,
garante 125 cv e começará por
estar disponível no A3 (preços
em Portugal desde 25 900 euros).
Outra novidade nesta gama é o
motor 1.9 TDI com 105 cv e tecnologia
Bluemotion, para reduzir a emissão
de poluentes. O preço para
Portugal desta versão não
está ainda definido. ... |
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> BRILLIANCE O construtor chinês Brillance
JinBei Automobile mostrou o BS2, um hatchback
de cinco portas que deverá estar disponível
no mercado alemão no próximo Verão.
O modelo, projectado com a colaboração
da Pininfarina, conta com um motor a gasolina
de 1,6 litros. O seu grande argumento será o
preço, que se espera seja cerca de 20%
mais baixo do que o dos modelos equivalentes
da Hyundai.
> CADILLAC A estratégia da marca americana
para garantir espaço no mercado europeu
assenta muito no BLS (rival dos BMW Série
3 e Mercedes Classe C), realizado com base na
plataforma Epsilon, também utilizada pelo
Saab 9-3. Depois do lançamento da berlina,
chegou agora a break fabricada na Suécia,
lado a lado com os Saab. A gama conta com um
motor turbodiesel de 1,9 litros com 150 ou 180
cv, para além de opções
a gasolina 2.0 Turbo de 210 cv e
2.8-V6 Turbo com 255 cv.
> CHEVROLET O sucessor do Kalos chama-se
Aveo. A chegada deste novo compacto, disponível
em versões de três ou cinco portas,
está agendada para a Primavera de 2008,
e a oferta inclui dois motores a gasolina: 1.2
de 84 cv e 1.4 de 98 cv. Para já, não
está prevista a disponibilização
de uma versão Diesel, nem foi dada qualquer
indicação de preço para
Portugal.
O interesse pelos automóveis compactos
levou a marca a mostrar três protótipos:
Beat, Groove e Trax. O Beat é um pequeno
três portas de aspecto desportivo, equipado
com um motor 1.2 turbo a gasolina, enquanto que
o Groove, assume um estilo crossover, a meio
caminho entre uma carrinha e um SUV, apresentando
um design retro. Já o Trax assume
um visual que seria normal num pequeno veículo
com
pretensões a "mini-TT". São
três exercícios de estilo que mos-
tram que as dimensões reduzidas nem sempre
são um óbice à criatividade.
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Chrysler
Voyager
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> CHRYSLER/DODGE Depois da dissolução do Grupo DaimlerChrysler,
e da sua aquisição pelo fundo Cerebrus, a Chrysler mostrou a
nova Voyager (que deixa de estar disponível em versão "curta").
A carroçaria de linhas mais rectas, com 5,14 metros de comprimento e
mais de três entre eixos, oferece muita modularidade e espaço
para sete lugares (2+2+3). Em Portugal em Janeiro, na versão 2.8 CRD
(177 cv).
O espaço ocupado pela versão "curta" da
antiga Voyager será preenchido por outra
marca do grupo - a Dodge -, através do
Journey, que chegará até nós
em Junho, na versão 2.0 CRD (140 cv).
Com 4,88 metros de comprimento, este novo monovolume
competirá num segmento muito apetecível
na Europa (onde pontificam propostas como o VW
Touran ou o Opel Zafira) e onde os seus sete
lugares serão um trunfo importante.
Citroën C-5 Airstrem
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Citroën
C-Cactus
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> CITROËN Para abrir o apetite para o novo C5, a revelar em Março,
no Salão de Genebra, a Citroën exibiu em Frankfurt o concept Airscape,
antevisão da sua nova berlina. Além do aspecto dinâmico
e das formas desportivas, este cabrio 2+2 conta com uma original capota de
carbono com comando eléctrico que se esconde na bagageira. O motor turbodiesel
2.7-V6 HDI com filtro de partículas pode trabalhar com biodiesel, contando
com o sistema Urban Hybrid, que, abaixo dos 6 km/h, e com a caixa automática
de seis velocidades em modo "Drive", desliga o motor sempre que se
pisa o travão, voltando a ligá-lo logo que o pedal é libertado.
O sistema conta com um alternador reversível
que funciona em conjunto com supercondensadores,
armazenando energia nas fases de desaceleração
e travagem. Esta energia pode servir como overboost,
ajudando a potenciar o motor de 208 cv nas recuperações.
O sistema Snow Motion é outra novidade
no Airscape: optimiza as condições
de tracção em pisos de muito fraca
aderência.
A Citroën afirma que o Snow Motion, aliado à utilização
de pneus de Inverno, oferece condições
de tracção próximas das
apresentadas por veículos de transmissão
integral.
Ainda no campo dos protótipos surgiu o
C-Cactus. Com 4,2 metros de comprimento e uma
volumetria que o coloca entre o C3 e o C4, tem
uma carroçaria arrojada na forma e um
habitáculo vanguardista, que foi reduzido
ao indispensável, apostando numa modularidade
que lhe garante uma bagageira com um volume entre
500 e 1100 litros. Equipado com um motor 1.4
HDI de 70 cv dotado de filtro de partículas,
associado a um motor eléctrico de 30 cv, é capaz
de chegar aos 150 km/h.
> CORVETTE Em 2008, o mais popular desportivo
americano contará com ainda mais potência.
O V8 de 6,2 litros passa a debitar 436 cv e poderá ser
equipado com caixa automática de seis
velocidades. Foram igualmente introduzidas melhorias
ao nível do châssis e do habitáculo
de um modelo que chega aos 306 km/h e cumpre
os 0-100 km/h em cerca de 4,3 segundos.
> DAIHATSU Ao mesmo tempo que mostrou o novo Cuore equipado com um motor
1.1, e senhor de uma carroçaria compacta com 3,46 metros de comprimento,
a marca apontou o caminho que pretende seguir ao nível da produção
de pequenos descapotáveis. Nasceu, assim, o concept OFC-1, um pequeno
roadster (3,39 metros) que tem a particularidade de contar com uma capota transparente,
ao estilo dos tejadilhos panorâmicos. A abertura dos três elementos
em vidro da capota é comandada electricamente, levando 10 segundos a
esconder-se na parte posterior do habitáculo, roubando pouco espaço à bagageira.
O protótipo surgiu equipado com um motor
turbo de 658 cc e caixa de sete velocidades com
comandos no volante.
> FERRARI O novo 430 Scuderia, apresentado
na última edição da AutoMotor,
foi o modelo em destaque. Mais leve (apenas 1250
kg sem líquidos) e mais potente (510 cv às
8500 rpm) do que o F430 de série, tem
uma relação peso/potência
de 2,45 kg/cv, o que lhe garante um tempo de
3,6 segundos nos 0-100 km/h, tendo sido cronometrado
na pista privada da Ferrari, em Fiorano, com
tempos equivalentes ao bem mais potente Enzo.
A caixa de velocidades F1-Super Fast 2, um diferencial
electrónico E-Diff e o controlo de tracção
F1-Track, para além de evoluções
ao nível aerodinâmico e na travagem,
ajudam às performances de um modelo capaz
de chegar aos 320 km/h.
> FIAT O novíssimo 500 viu ser atrasada a sua chegada ao mercado
nacional. Foi a grande vedeta do stand da Fiat, e a sua produção
não chega para as encomendas, razão pela qual só estará disponível
no nosso país em Março próximo.
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Fiat Grand Punto Abarth SS
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Ao lado da nova griffe italiana, a marca de Turim mostrou o novo Fiat
Bravo,um cinco portas com 4,34 metros de comprimento e uma excelente habitabilidade,
que chegará a Portugal em Outubro, com preços desde os 19 000
euros para a versão equipada com o motor 1.4 16V a gasolina. No entanto,
a grande novidade é o motor T-Jet, capaz de oferecer 120 ou 150 cv de
potência, embora só o mais potente esteja previsto para o nosso
país. Em 2008, o motor 1.4 T-Jet estará disponível também
no Grande Punto, que vai sofrer um facelift em Janeiro.
Contudo, era no protótipo Panda Ária
que estava a grande novidade da Fiat: o novo
motor bicilíndrico de 900 cc que anuncia
emissões de CO2 inferiores a 70 g/km.
Quando chegar à produção,
deverá ser proposto em duas versões,
destinadas ao 500, ao Panda e ao Grande Punto:
atmosférica com cerca de 65 cv e turbocomprida
com mais de 100 cv.
Ao mesmo tempo, a Fiat anunciou que a Abarth
passará a ser uma "marca" vocacionada
para a personalização dos seus
modelos. Poderá vir a contar com espaços
de venda próprios, ou zonas independentes
nos concessionários, processo que está a
ser estudado em Portugal, pelo que ainda é cedo
para anunciar o início de uma actividade
que passa pela oferta de kits SS (Super Sport),
os quais permitem que o motor T-Jet de 150 cv
chegue aos 180 cv, mas também por todo
o tipo de personalização de carroçarias
e habitáculos.
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